Data: 02/11/2018

5 Benefícios de se comer peixe

5 Benefícios de se comer peixe

O peixe é um alimento que não agrada todo mundo, mas talvez isso aconteça porque poucos conhecem os benefícios de se comer peixe. Quando preparado da maneira correta, ele pode ser não só muito saboroso, mas também extremamente nutritivo.


 
Prova disso é que até mesmo quem procura perder peso pode recorrer a esse alimento, uma vez que se trata de uma carne magra e rica em proteína. 

 

Mas os benefícios do peixe vão bem além dessa questão estética. A seguir você confere uma série de vantagens de contar com ele na alimentação. 

 

Rico em proteínas

Conforme já adiantamos, o peixe é um alimento rico em proteínas. Por isso mesmo, pode ser um ótimo substituto do frango em uma dieta para perda de peso. 

 

Isso porque a proteína é uma das substâncias mais importantes para produção de energia no corpo, sendo fundamental para os momentos de treino. 

 

Não obstante, ela também é importante para os cabelos, pele e células. Se sua intenção é perder peso de forma nutritiva, portanto, procure recorrer a peixes magros, como garoupa, robalo e linguado. Isso porque além de nutritivos, eles possuem baixo índice de calorias.

 

Amigo do coração

Por ser fonte de gorduras do bem, principalmente os peixes de água salgada como o atum, salmão e sardinha, ajudam a proteger o coração. 

 

A razão é que são ricos em ômega-3, que quando presente no organismo ajuda a reduzir o colesterol ruim e aumenta níveis do colesterol bom. 

 

Não obstante, ele também ajuda a diminuir inflamações e fortalece o sistema imunológico. 

 

Com base nisso, podemos dizer que um dos benefícios de se comer peixe é proteger o corpo de doenças cardiovasculares, como por exemplo, infarto, aterosclerose e AVC, dentre outros problemas.

 

Melhora a memória

De acordo com especialistas, o consumo regular de peixe auxilia na prevenção de perda de massa cinzenta no cérebro. Trata-se de um problema ligado a doenças degenerativas, como por exemplo, o Alzheimer.

 

Além disso, o consumo de peixe ajuda na memória, pois ele é rico em ômega-3, além de outros nutrientes como o fósforo e o cálcio e fósforo. Tais elementos são indispensáveis na transmissão de impulsos nervosos.

 

Controla os sintomas da artrite 

Como já sabemos, os peixes são ricos em ômega-3. Por essa razão, seu consumo também auxilia no controle dos sintomas da artrite, uma vez que possui ação anti-inflamatória.

 

Na prática, quando ocorre um aumento nos níveis de ômega-3 presentes no organismo, há uma redução na inflamação das articulações, o que ameniza as dores. 

 

Para quem ainda assim não pretende ingerir peixe, a boa notícia é que é possível obter os mesmos resultados consumindo suplementos de ômega-3 ou óleo de peixe.

 

Vitamina D

A obtenção da vitamina D é mais um dos benefícios de se comer peixe. Esse nutriente está presente principalmente em peixes gordos, uma vez que a vitamina D fica armazenada na gordura dos alimentos.

 

Ela funciona no organismo como se fosse um hormônio esteróide, sendo fundamental na prevenção de algumas doenças. A lista inclui, por exemplo, problemas cardíacos, diabetes, câncer e infertilidade.

 

Essa importante substância ainda ajuda o organismo a absorver o cálcio do intestino, atuando na prevenção de osteoporose, principalmente na fase pós-menopausa.

 

Tipos de peixe que mais trazem benefícios à saúde

Agora que você já sabe quais são as principais vantagens em consumir peixe, temos aqui uma lista com alguns dos melhores peixes para você consumir. Confira! 

 

Arenque
O arenque é um tipo de peixe de água fria, sendo este um ponto positivo no que diz respeito à nutrição. Por viver em um ambiente frio, ele acaba acumulando moléculas que são ótimas aliadas da saúde. Isso inclui as gorduras poli-insaturadas e monoinsaturadas.

 

Não obstante, o arenque ainda possui altos níveis de ômega 3. Para se ter uma ideia, a cada 100 gramas do peixe, podem ser encontrados cerca de 3,1 gramas do lipídio. Os nutricionistas recomendam que seja consumido diariamente, ao menos uma grama do nutriente.

 

Sardinha

Esse é um tipo de peixe que pode ser encontrado facilmente ao redor do Brasil. Ela é rica não só em ômega 3, mas também em vitamina D. Vale lembrar que esses nutrientes não são encontrados apenas no peixe fresco, mas também no caso da sardinha em lata. 

 

É importante dizer ainda que a sardinha possui dois tipos de ácidos graxos, sendo eles o ácido docosahexaenoico (DHA) e o ácido eicosapentaenóico (EPA). 

 

O segundo auxilia na diminuição do ritmo das plaquetas sanguíneas, o que evita o surgimento de coágulos de sangue que podem ocasionar um infarto ou derrame. 

 

Já o primeiro ácido graxo evita que ocorram arritmias cardíacas, gerando uma estabilidade nas atividades elétricas do coração.

 

Além disso, uma pesquisa de Harvard, nos Estados Unidos, revelou uma série de informações importantes a respeito desse assunto. 

 

Segundo o levantamento, pessoas acima de 65 anos que ingerem peixes ricos em ômega 3 reduzem cerca de 35% nas chances de morrer com doenças do coração.

 

Não obstante, há uma redução de 27% menos nas chances de morrer de qualquer motivo, isso considerando o tempo que durou a pesquisa. 

 

Outro estudo mostrou que mulheres que ingerem pouco ou raramente qualquer tipo de pescado possui cerca de 50% mais problemas do coração. Isso em comparação com mulheres que consomem peixe frequentemente. 

 

Salmão

O salmão é um dos peixes mais conhecidos atualmente, e é mais um alimento rico em ômega 3. Para se ter uma ideia, cerca de 100 gramas desse peixe possui 1 grama de lipídio. Vale lembrar ainda que tanto o salmão selvagem quando o tipo criado em cativeiro é rico no nutriente. 

 

Todavia, é importante que se diga que os dois tipos do peixe apresentam uma leve diferença em relação à obtenção do componente. O salmão selvagem por exemplo, se alimenta de outros peixes e de camarão, o que lhe proporciona o ômega 3. Já os peixes criados em cativeiros, obtém o nutriente a partir de rações.

 

Como o salmão é rico em ômega 3, ele oferece benefícios ao cérebro, pois ele auxilia na formação da bainha de mielina, um dos componentes dos neurônios. 

 

Além disso, vale dizer que o cérebro é um órgão composto de 65% de gordura, sendo que boa parte dessa gordura possui DHA. Esta é uma espécie de ômega 3, sendo muito importante para o córtex cerebral.



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